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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa


A E-Consulting anuncia os números que movimentaram as vendas B2C (Business to Consumer) no varejo online nas categorias bens de consumo, turismo e auto durante o primeiro semestre de 2016. Segundo dados da consultoria, estes mercados geraram um montante de R$ 27,4 bilhões no período, o que representa 41,9% dos R$ 64,4 bilhões previstos para o segmento faturar neste ano, apontando uma queda de 2,35% nos primeiros seis meses.

Bens de consumo continua a liderar o índice, arrecadando R$ 14,89 bilhões de janeiro a julho de 2016. Era previsto para esta categoria, que mensura as vendas de eletro, eletrônicos, informática, vestuários e produtos de beleza, atingir neste período 43% do montante previsto para o ano, que é de R$ 32,3, porém o setor alcançou 46,1%, observando um incremento de 3,1%.

Já as viagens vendidas via web fecharam o ciclo com uma arrecadação de R$ 7,17 bilhões, ficando, praticamente, na meta prevista que era chegar aos 42,8% do volume previsto para 2016, que soma R$ 16,9 milhões. Em paralelo, a queda do VOL Auto foi maior, retraindo 12% da previsão. O número registrado no primeiro semestre de 2016 foi de R$ 4,98 bilhões. O previsto no período era chegar aos 42,8% da metade do ano, que é R$ 13,2 bilhões, porém atingiu apenas R$ 37,7%.

Por Fernando Braidatto*

Como consequência do rápido crescimento do Brasil obtido nas últimas décadas, os prazos de entrega aumentaram e o atendimento ao cliente foi impactado. Porém, graças ao constante crescimento da demanda, tais problemas não ficaram evidentes. Muitas vezes, seriam considerados como porcentagem crescente, ou seja, aceitável de perda.

Hoje, a realidade é outra. Em meio à crise, o Brasil parou de consumir como antes, e agora muitas empresas estão enxugando as suas estruturas para evitar desperdícios. O gasto exagerado por meio de processos pouco aderentes, espelhados em sistemas de armazenagem engessados e desatualizados, escondidos atrás da demanda, é um dos principais causadores de falhas na gestão dos armazéns e, consequentemente, no aumento dos gastos internos.

Quando falamos em sistemas de armazenagem (WMS), deve-se escolher um sistema robusto, completo, com suporte adequado, parametrizável e expansível, para assim poder eliminar os desperdícios e tornar os processos mais enxutos e controlados. Assim, as boas práticas recomendam não investir em soluções “caseiras” ou de “software houses” que costumam ter foco apenas em um único segmento ou realidade. O desenvolvimento de software por medida tem muitos outros problemas, por exemplo:

não gerenciam um inventário de forma detalhada, importantíssimo para a aferição do nível de estoque;
não se integram com outros sistemas da cadeia de suprimentos, como por exemplo ERP (Enterprise Resource Planning) e TMS (Transportation Management System), tendo a necessidade de duplicar a inserção de dados nestes sistemas para que o fluxo continue;
são praticamente nulos em relação à alteração de estratégias de estocagem, entrada, saída e manipulação dos produtos;
não são maleáveis para absorver as características das diferentes formas de racks e as especificações de cada área e zona de armazenagem;
exigem um alto tempo de execução das ordens;
têm um baixo ou nenhum nível de parametrização;
não são expansíveis;

não são atualizados com novas tecnologias, estratégias e tendências de mercado.
Essas soluções “caseiras” rodariam da maneira ideal para todos inicialmente, pois os processos mapeados estariam sendo seguidos. Mas, após a percepção de consecutivas alterações de desempenho, vendas, redução de market share, modernização da concorrência e o aumento de custos para operar, a necessidade de se redesenhar os processos acaba se tornando fundamental.

A utilização correta da tecnologia de informação é essencial para ajudar nas decisões dos colaboradores do armazém, pois ela organiza o fluxo de processos, informações e recursos e realiza ganhos de tempo gerenciando cada colaborador a executar a correta função na hora certa etc. Desta forma, tende-se a aumentar o nível de serviço prestado ao cliente.

O suporte e atualização deste software são fatores importantíssimos para a manutenção ou até mesmo a elevação do nível de serviço. O WMS deve ser flexível para se adaptar a novas estratégias e tecnologias. A equipe de suporte deve ser experiente e de fácil acesso. Assim, a escolha do software WMS e de seu fornecedor é essencial não só para o presente da empresa, mas também para o planejamento de seu futuro.

* Fernando Braidatto, da Sonda IT

A IBM Brasil anuncia novos líderes para áreas estratégicas da companhia:

Frank Koja assume como vice-presidente de Systems Hardware Brasil. Há 17 anos na companhia, Frank atuava como Diretor de Vendas para a região metropolitana de São Paulo e ocupou diversas posições de liderança em vendas e consultoria. De 2009 a 2012, foi diretor da Regional Sul da IBM e, em 2013, assumiu todas as regionais da companhia, contribuindo para o crescimento da estratégia de expansão geográfica da IBM. Frank também comandou a unidade de System Z (mainframe) e Power para a América Latina. Frank substitui Ana Zamper, que passa a comandar a vice-presidência de Parceiros Comerciais na América Latina.

Com 18 anos de IBM, Marcela Vairo assume a diretoria de Parceiros Comerciais no Brasil, até então comandada por Vania Curiati, que se aposentará após mais de 26 anos de IBM. Marcela iniciou sua carreira na Big Blue em marketing e vendas de Software e liderou por três anos a área de Desenvolvimento de Ecossistema, responsável pelo relacionamento e parcerias com desenvolvedores, universidades e startups. Desde o início do ano, atuava como executiva de Canais para Cloud Services na América Latina.

Com mais de 20 anos de IBM, Guto Azevedo assume a vice-presidência de Vendas de Enterprise Brasil, organização que contempla clientes de diferentes indústrias em todo o país. Antes, Guto era Diretor Regional de Vendas e ocupou diversas posições de liderança na companhia, duas delas nos Estados Unidos. Para substituí-lo, a IBM nomeia Luiz Enrique Zaragoza como Diretor Regional de Vendas, responsável por todas as unidades da IBM fora do Estado de São Paulo. Zaragoza está há 16 anos na empresa e possui vasta experiência com clientes de diversos setores, como governo, comunicações, saúde e transporte.

Paschoal D’Auria, que ocupava o cargo de líder de Cloud Services no Brasil, assume a liderança de Analytics no lugar de Antonio Celso Leitão, que se torna Technical Sales Executive para IBM Cloud América Latina. Paschoal está na IBM desde 1994, quando entrou como estagiário e construiu uma longa carreira em Software.

Christiane Berlinck assume a liderança de Recursos Humanos da IBM Brasil. Há 17 anos na Big Blue, a executiva já liderou a organização de RH dentro das divisões de consultoria e serviços de tecnologia na região e ocupou diversas posições em finanças, vendas, marketing e operações. Christiane substitui Luciana Camargo, que passa a comandar RH para a IBM América Latina no lugar de Alessandro Bonorino, nomeado para o cargo de vice-presidente mundial de Recursos Humanos para a divisão de Soluções, Delivery e Transformação de Serviços de Tecnologia.

Jonathan Colombo chega à IBM para assumir a área de Cidadania Corporativa, até então sob a liderança de Alcely Barroso, que passou a ser assistente executiva da Gerência Geral da companhia. Com 15 anos de experiência em sustentabilidade e responsabilidade social, com foco em gestão colaborativa e engajamento de influenciadores, Jonathan já atuou em diferentes setores, como o financeiro, de energia e entretenimento. Anteriormente, comandou a área de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do Banco Votorantim. De 2010 a 2012 esteve no Canadá, onde foi vencedor do Ambassador Challenge e do CitizenAct, competições sobre responsabilidade sócio-empresarial.

A novidade no corpo executivo da Big Blue é a criação da posição de COO (Chief Operating Officer) no Brasil, que será ocupada por Marco Kalil, até então responsável pela divisão de Serviços de TI. Na IBM há 26 anos, Kalil teve a maior parte de sua carreira dedicada a essa organização, tanto no Brasil como em outras regiões, quando gerenciou serviços prestados a clientes de países da Europa e da América Latina.