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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

A Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo chega aos seus dez anos com a perspectiva de ser o mais engajador de todos já realizado no país. Prevista para acontecer entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro, no Anhembi, em São Paulo, a edição de 2017 estará repleta de novidades.

O evento tem como missão entender como será o futuro de cinco anos para frente, com tantas mudanças e inovações ocorrendo de forma frenética e que cada vez mais mexem com o comportamento e o consumo da sociedade. “A edição 2017 marca nosso décimo aniversário e para celebrar estamos preparando um evento especial, repleto de novidades, tanto na área do camping, quanto no conteúdo – com a vinda de grandes nomes internacionais -, e nas atrações da área Open Campus, que é gratuita e aberta ao público”, explica Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil.

A organização acaba de confirmar a presença de Aubrey de Grey, pesquisador britânico no campo da gerontologia e diretor da fundação SENS. Além dele, estão confirmados: Pete Bethune, eco-aventureiro, conservacionista marinho e palestrante; muralista Eduardo Kobra; Grayson Chalmers, Diretor de Outsourcing na Riot Games e Chance Glasco, animador da franquia Call of Duty. Merecem destaque também os palestrantes Allan Orozco, professor de destaque da Universidade da Costa Rica (UCR Conselho) que trabalha com desenvolvimento de software em ultra-seqüenciamento genômico (NGS), Marcelo Finkelberg, diretor executivo de International Latin University e diretor da AciGames, Nathalie Trutmann, managing director da Hyper Island para América Latina, Embaixadora da Singularity University, e Chief Magic Officer da FIAP, Rod Hunt, premiado ilustrador Londrino e Duilia F. de Mello é um dos nomes mais conhecidos da ciência brasileira no exterior.

Outra grande novidade é a campanha Vire um Curador, na qual os campuseiros podem sugerir uma palestra ou atividade. Os conteúdos devem ser sugeridos e, após aprovação pela organização, enviados para votação. Aqueles que forem mais votados farão parte da edição de aniversário. Os campuseiros que proporem as atividades deverão entrar em contato com o palestrante sugerido e garantir a participação do mesmo no evento. Os vencedores ganharão uma entrada para a CPBR10. Quem se interessou e quer mais informações, pode acessar o link – http://brasil.campus-party.org/vire-um-curador-na-cpbr10

Open Campus
A área aberta e gratuita da Campus Party também está confirmada na 10ª edição do evento. Além das tradicionais atrações: Startup & Makers (Empreendedorismo), Campus Future (Universidades), simuladores e a tão disputada Guerra de Robôs, o espaço terá pela primeira vez uma corrida de drones. “Queremos proporcionar ao visitante da área open uma experiência rica e inesquecível. Com atrações que agradem tanto aqueles mais interessados em startups, empreendedorismo, ciências, inovação, como aqueles que buscam diversão sempre com foco em tecnologia”, explica Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party Brasil.

Palestrantes confirmados
Você já pensou que as crianças que nasceram nos últimos anos podem viver mais de mil anos? É o que acredita Aubrey de Grey, pesquisador britânico no campo da gerontologia e diretor da fundação SENS. Autor da teoria do envelhecimento causado por radicais livres mitocondriais, e do livro “Ending Aging”, no qual descreve detalhadamente como a medicina regenerativa pode ser capaz de frustrar o processo de envelhecimento completamente dentro de poucas décadas. Ele trabalha no desenvolvimento do que chamou de “Estratégias para Reparar Envelhecimento Insignificante” (SENS) – uma estratégia de reparação de tecidos destinada a rejuvenescer o corpo humano e, assim, permitir uma “vida útil indefinida”.

Chance Glasco é animador sênior graduado em animação digital pela Universidade Full Sail. Focado em games, seu start no mercado se deu com animações de armas dos jogadores. No mesmo ano de sua formação, Chance trabalhou como animador no jogo Medal of Honor: Allied Assault. Logo depois desse trabalho de estreia, Chance e um grupo de colaboradores criaram seu próprio estúdio. Como resultado surgiu o game Infinity Ward, a franquia Call of Duty com mais de 100 milhões de cópias vendidas. Seu alto nível de realismo ajudou Call of Duty a ganhar aprovação dos melhores na área e quebrar recordes de vendas.

Allan Orozco é costa-riquenho. Master e PhD na Universidade Autónoma de Madrid (UAM) em Bioinformática e Nano-biotecnologia. Recebeu treinamento na Universidade de Cambridge (Reino Unido), Áustria, Alemanha, Suécia, Finlândia, Portugal, EUA e Itália na Área de Bioinformática e Biologia Computacional. Em agosto de 2016 ele foi premiado como professor de destaque da Universidade da Costa Rica (UCR Conselho). Na Campus falará sobre oportunidades de desenvolvimento de software em ultra-seqüenciamento genômico (NGS) e os métodos de biópsia em sistemas de medicina molecular e Nanobiotecnologia

Marcelo Finkelberg é administrador de empresas e possui pós-graduação em Gestão de Telecomunicações. É diretor executivo de International Latin University, Diretor da AciGames – Argentina, Diretor Acadêmico Latinoamericano da Vigamus Academy e fundador do Ecossistema Empreendedor de Córdoba. Na Campus falará sobre o desafio de ser empreendedor na indústria latino americana de jogos.

Nathalie Trutmann é managing director da Hyper Island para América Latina, Embaixadora da Singularity University, e Chief Magic Officer da FIAP. Ela é comprometida em motivar o empreendedorismo, intra-empreendedorismo e a inovação, e em procurar iniciativas educacionais que transformem pessoas e organizações. Formada pela INSEAD e pela Universidade da Califórnia: San Diego, já percorreu e trabalhou em vários países como Estados Unidos, França, Nova Zelândia, Guatemala e Sri Lanka antes de aterrissar no Brasil. É coautora do livro Empreendedorismo Inovador e autora do livro Manual para Sonhadores e o Misterioso Significado do Dinheiro, e Diretora do grupo de mulheres executivas Elevate.

Rod Hunt é um premiado ilustrador Londrino, conhecido por suas ilustrações altamente detalhadas. Rod desenvolveu diversas peças abrangendo editoração, design, publicidade e novas mídias, inclusive capas de livros até campanhas publicitárias, mapas de parques temático, iPhone Apps e até mesmo instalações em grande escala. Rod também é o ilustrador por trás do best-seller Where’s Stig? Livro para a série de TV da BBC Top Gear.

Duilia F. de Mello é um dos nomes mais conhecidos da ciência brasileira no exterior. Entre suas principais descobertas estão a Supernova 1997D e as Bolhas Azuis. A astrônoma é autora de Vivendo com as Estrelas, e também pesquisadora do IACS (Instituto de Astrofísica e Ciência da Computação), que colabora com o Goddard Space Flight Center da NASA. Graduada em Astronomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 1985, Mestre pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), em 1988, Mestre pela Universidade do Alabama em 1993, Doutora pela USP, em 1995. Fez pós-doutorado no Instituto do Telescópio Espacial Hubble nos EUA e no Cerro Tololo Interamerican Observatory no Chile. Trabalhou no Observatório Espacial Onsala na Suécia de 1999 a 2002.

Ingressos
Já estão à venda os ingressos para a Campus Party Brasil pelo site: http://brasil.campus-party.org/. O valor do ingresso para todos os dias é de R$ 240,00 e, da entrada com camping individual, de R$360,00.

Serviço:
Campus Party Brasil 2017
De 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017
Pavilhão de Exposições Anhembi
São Paulo- SP

Por Ricardo Zanini*

Historicamente, a estratégia de atuação dos bancos brasileiros apoia-se em plataformas tecnológicas robustas, o que deu condições para atingir a maturidade atual. Há alguns anos atrás, os clientes se relacionavam com seus bancos por meio de agências e caixas automáticos, assim como os cheques eram populares e os cartões eram usados na maioria das vezes na função de saque.

Atualmente, aproximadamente metade das transações bancárias são feitas por meio da internet e mobile banking, conferindo mais fluidez, comodidade e satisfação para o cliente. Para chegar a esse estágio, os bancos aprimoraram seus investimentos em computação em nuvem, big data, plataformas sociais, computação cognitiva e carteiras digitais. Tudo com o objetivo de melhorar a experiência do cliente de ponta a ponta por meio de uma visão mais empática e centrada no usuário. E a inovação não para por aí, pois tecnologias mais recentes já estão ganhando muito espaço e devem ser consideradas, como a inteligência artificial, por exemplo.

Com a migração das transações para o celular, os bancos devem investir em novos serviços digitais que melhorem a experiência do cliente e tragam lucros consistentes para o futuro dos negócios. O canal mobile abre a possibilidade de o cliente executar transações bancárias em qualquer hora e lugar, gerando um aumento considerável na quantidade de transações e, consequentemente, uma necessidade maior de segurança, performance e escalabilidade por parte dos bancos. Outro item relevante perpassa sobre a necessidade de criar uma interface focada em usabilidade por meio do redesenho das jornadas atuais para a entrega de uma melhor experiência e capacidade de transformar esses serviços em omni-channel, preservando a fluidez da jornada em qualquer dispositivo utilizado.

Outras tecnologias que são essenciais para essa mudança são as plataformas de gestão de processos (BPM) para gerir regras, prioridades e estabelecer controles adequados, além do analytics e do big data para a análise e ofertas. O papel dessas tecnologias na migração para o banco digital refere-se aos silos organizacionais e processos legados, que são apontados como grandes barreiras à transformação digital. É aí que as plataformas de gestão de processos se encaixam, criando metodologias digitais. Para transformar um processamento legado em um recurso digital temos que repensá-lo a partir da ampla utilização das tecnologias digitais, tornando-o mais rápido, mais barato e amigável. Tornar um processo digital não é digitalizá-lo e dar continuidade a fluxos de trabalho existente, mas sim reinventá-lo por completo.

Já o big data e analytics são tecnologias poderosas para melhorar a relação com o cliente. Transformar dado em informação é fundamental para qualquer negócio, além de ser um dos pilares da transformação digital para os bancos. O obstáculo que essas instituições enfrentam hoje é de internalizar os dados vindos de outros sistemas, como as redes sociais e a IoT. A integração desses dados não é uma tarefa simples, mas é fundamental. Quanto mais dados conseguirmos armazenar e quanto mais inteligente for a análise desses dados, maior será a capacidade de conhecer o cliente e ter uma postura mais propositiva e assertiva.

Estamos apenas no começo da revolução digital, outras tecnologias e plataformas, como os DLTS (Deep Level Transient Spectroscopy), surgem para intensificar essa transformação e quebrar cada vez mais velhos paradigmas. As tecnologias que estão surgindo são muito importantes para a evolução do banco digital, mas a chave nesse processo continua sendo a empatia, ou seja, não podemos esquecer que o objetivo final é facilitar a vida do usuário, melhorar experiência do cliente bancário e para isso temos que pensar na tecnologia como um meio, e não como o fim. O astro principal na transformação digital é o ser humano.

Ricardo Zanini é senior manager & head digital transformation da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global, lança uma campanha com validade até 31 de dezembro em busca da máxima precisão das informações alimentadas na base de dados do Cadastro Nacional de Produtos (CNP). Trata-se de um incentivo para que os 58 mil associados da entidade participem do trabalho de tornar o CNP uma referência nacional na troca de dados sobre produtos nos sistemas de automação de todos os integrantes da cadeia de abastecimento.

Para participar, basta que o associado cadastre ou complete o cadastro de seus produtos no CNP. Ele recebe um número da sorte e concorre a R$ 10 mil em dinheiro no sorteio de 04 de janeiro de 2017.

Sobre o Cadastro Nacional de Produtos
É uma ferramenta que propícia conexão de todos os pontos de contato da cadeia produtiva, e disponibiliza um banco de dados único com informações confiáveis, relevantes e precisas dos produtos.

Com o Cadastro Nacional de Produtos será possível:

Uso de códigos GS1 para identificação de produtos (GTIN) e localizações físicas (GLN);
Cadastro de informações dos produtos para transações comerciais e logísticas, como descrição do item, marca, imagem do produto, peso, volume etc.
Geração de etiquetas com códigos de barras EAN-8, EAN-13 e ITF-14;
Importação de lista de produtos utilizada por ferramentas próprias da empresa, evitando o retrabalho de cadastrar a lista de produtos;
Geração de relatórios;