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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

A Econocom Brasil, subsidiária do grupo Econocom e líder em soluções de transformação digital, anuncia que o Banco Neon usa a Econocom como seu parceiro de BI/Analytics. Conhecido como o primeiro banco brasileiro 100% digital, o Banco Neon opera sem agências físicas, com experiência digital de ponta a ponta. Hoje, o Neon conta com 350 mil usuários. “Entender o comportamento dos nossos usuários é algo fundamental para que continuemos a entregar a melhor experiência possível”, explica Alexandre Alvares, CMO do Neon. “Conseguir analisar os números por trás do uso nosso produto nos ajuda a priorizar o desenvolvimento de serviços financeiros, além de colaborar, também, com a definição de aonde devemos focar nossos esforços”. Para atingir esses objetivos, o Banco Neon decidiu implementar a plataforma Tableau de inteligência de negócios. Nessa empreitada, o Banco Neon contou com serviços prestados pela Econocom.

Para Alvares, os resultados do uso da plataforma de BI/Analytics dentro do Neon já se fazem notar. “Quando iniciamos esse processo, esperávamos – e já estamos conseguindo – conquistar uma visão completa e integrada do comportamento dos nossos usuários. Essa análise deveria ser feita de forma profunda e detalhada, com um acesso fácil para quem precisa”. Em poucos meses de uso do Tableau os profissionais do Banco Neon já conseguiram elevar consideravelmente o nível de visibilidade sobre os negócios. “E, a cada novo painel, o processo se torna mais rápido”, observa Alvares.

A busca do Banco Neon pela melhor solução de business dashboard foi baseada em critérios muito claros. “Para estruturar nossa frente de inteligência, sabíamos que era necessário identificar uma ferramenta completa em termos de gama analítica e que fosse, também, escalável”, define Alvares. Ao final do processo de seleção, o time Banco Neon encontrou o que estava procurando. “Além de cumprir esses quesitos, o Tableau nos entrega diversas integrações, bem como vasto material de suporte para nos auxiliar na construção de nossas análises de negócios”.

Para André Pedrosa, country manager da Econocom Brasil, o Banco Neon vive plenamente a transformação digital e encontra, no Tableau, uma forma de transformar dados em insights que irão gerar novos negócios, novas experiências para os correntistas. “A cultura de inovação e ousadia do time Neon exige que se tenha plena visibilidade sobre os negócios – isso é algo que a plataforma Tableau entrega, e entrega de modo rápido, consistente e atraente”. A facilidade de uso desta plataforma não diminui a força do engine de análise de dados do Tableau: a solução já vem com conectores prontos para os grandes repositórios de dados corporativos como Oracle, SAP, SalesForce, etc.

Pedrosa observa que, enquanto soluções tradicionais de BI/Analytics demandam um longo tempo de projeto e implementação para começarem a mostrar resultados, o Tableau destaca-se por ser um ambiente intuitivo, de fácil aprendizagem e impacto imediato. “Clareza e inovação fazem parte do DNA do Banco Neon; a solução Tableau/Econocom colabora para a preservação desse espírito”.

Foi realizado hoje, em São Paulo, o 1º Congresso Brasileiro de Indústria 4.0, uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em parceria com o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP).

Até amanhã, palestrantes nacionais e internacionais vão discutir os impactos da chamada Quarta Revolução Industrial (Indústria 4.0) no Brasil, o cenário global das tecnologias disruptivas e de que forma a indústria brasileira pode se preparar para estes novos modelos de negócios.

O Congresso, no Teatro do Sesi, contou hoje com quatro painéis de debates, além de uma exposição tecnológica no local com empresas e agências de fomento. A ABDI disponibilizou um estande para divulgação de projetos de apoio à inovação, tais como o Programa Rumo à Indústria 4.0, realizado em parceria com a Fiesp e o Senai-SP, o Programa Nacional Conexão Startup Indústria e o Ambiente de Demonstração de Tecnologias para Cidades Inteligentes.

A mesa de abertura teve o presidente da ABDI, Guto Ferreira, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, o vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho e o diretor regional do Senai-SP, Walter Vicioni. Também estão previstas as presenças dos ministros da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab.

Das personalidades internacionais estão confirmados Byoung-Gyu YU, presidente do Instituto Coreano para Economia Industrial e Comércio, Rainer Stark, diretor da Divisão de Criação de Produtos Virtuais, do Instituto alemão Fraunhofer IPK, Karin Mayer Rubinstein, presidente e CEO da IATI (Israel Advanced Technology Industries – Organização de Indústrias Tecnológicas Avançadas de Israel), Lynne McGregor, especialista em Manufatura de Alto Valor Agregado na Instituição Innovate UK; Suresh Kannan, membro do Industrial Internet Consortium (IIC) e presidente da Digiblitz e Yutaka Manchu, secretário-geral adjunto do Conselho de Revolução Robótica do Japão e especialista em Internet das Coisas Industrial.

Para José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp e diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) “é imprescindível que todas as empresas estejam preparadas para a quarta revolução industrial porque a indústria do futuro será complemente diferente da indústria de hoje. Diversos países já estão à frente desse movimento e, por isso, o Brasil precisa acelerar o ritmo para encurtar a distância com nossos competidores”.

O segundo dia do Congresso será marcado por uma visita, no período da manhã, à exposição tecnológica do Senai-SP, em São Caetano do Sul, e a realização da palestra “A Quarta Revolução Industrial, a Empresa Digital e o Futuro do Emprego”. Para participação na visita, serão disponibilizados ônibus que sairão da sede da Fiesp. Para isso, será obrigatória a inscrição com antecedência no link do evento.

Indústria 4.0

A quarta revolução industrial ou Indústria 4.0 considera o aumento da informatização na indústria de transformação, onde máquinas e equipamentos (objetos físicos) passam a ser perfeitamente integrados em redes de internet.

Como resultado, a produção será verticalmente conectada com o processo de negócios e horizontalmente conectada às cadeias de valor dispersas geograficamente e que podem ser gerenciadas em tempo real.

Desta forma, os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis. Por meio da conexão de máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor.

Trata-se de um conjunto de tecnologias que alinha as áreas de automação, controle e informática na produção em série de forma nunca vista antes. De forma a controlar, no Brasil, o funcionamento de uma máquina em operação na Alemanha, por exemplo.

Algumas tecnologias consideradas 4.0 são: análise de Big Data (coleta, processamento e análise de grande quantidade de dados em tempo real), Computação de alta performance, Comunicação de máquina para máquina (M2M), Digitalização; Inteligência Artificial, Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), Internet Industrial das Coisas (IIoT), Manufatura aditiva (por exemplo, impressão 3D), Monitoramento e controle remoto da produção, Realidade aumentada; Robótica, Sensores inteligentes e Simulações virtuais.

*Por Wolmer Godoi

A internet se tornou um enorme campo construído por dados e memórias diversas, complexas e constantemente atualizadas. Muito disso se deve ao fato de que toda ação – online ou offline – que realizamos em nossas vidas deixa uma marca. No ambiente digital, podemos deixar rastros conscientes – como no caso de publicações, entrevistas –, ou registros inconscientemente: páginas acessadas, tempo de navegação, termos de busca, dentre outros. Através de ambos é possível ser rastreado.

“Digital Footprint” é o termo que define a nossa pegada, nosso rastro digital. Ele é composto pelo conteúdo – palavras, fotografias, áudio ou vídeo – que pode ser atribuído a um determinado indivíduo. Partes de uma pegada digital incluem fotografias no Instagram, postagens em blogs, vídeos publicados no YouTube, mensagens no mural do Facebook, reportagens, LinkedIn, etc. Outro conjunto de informações é o que está “on line” mas não está tão facilmente acessível: informações no SPC, Banco Central, Cartórios, Tribunais (Federais, Estaduais, Trabalho etc.) e outras bases de dados privados. Todo esse conglomerado de informações compõem a sua pegada digital, e ela diz muito sobre você.

Talvez você esteja se perguntando agora o porquê de se preocupar com isso, certo? Bom, se você nunca buscou seu nome no Google, sugiro que faça isso agora e veja todas as informações que qualquer pessoa ou empresa de qualquer lugar do mundo pode ter sobre você. Uma pesquisa realizada pela McAfee em 2014, com 1.502 jovens entre 10 e 18 anos dos Estados Unidos, aponta que 49% dos respondentes postaram algo que se arrependeram depois; 50% já compartilharam o endereço de e-mail; 30% compartilharam o número do telefone e 45% mudariam o comportamento em postagens se soubessem que os pais estavam de olho. Os seus dados pessoais não devem ser compartilhados.

Recentemente, palestrei sobre “Rastros Digitais” em um evento de segurança da informação e fiz um exercício muito interessante para saber até que ponto conseguiria informações pessoais de pessoas que estariam no evento. Os resultados chegaram a impressionar a mim e ao público presente. Selecionei 12 pessoas que confirmaram presença ao mesmo evento de segurança pelo Facebook e além das redes sociais, comecei a buscar as informações em sites públicos como Jusbrasil, Escavador, Consulta Sócio, Vebidoo, entre outros. O resultado deste exercício é que foi possível encontrar praticamente todos os dados dessas pessoas, como:

100% do número de CPF, data de nascimento, telefone e renda;
93,75% do nome da mãe, e-mail e endereço;
87,5% do nome da empresa e de parentes, ocupação e escolaridade;
81,25% da classe social;
68,75% do veículo;
31,25% dos títulos de eleitor;
12,5% da restrição financeira.
Agora pense e reflita: o que pessoas mal-intencionadas poderiam fazer com todos estes dados? Que tipo de problema ou manchas em sua vida pessoal um elemento mal-intencionado poderia causar?

Para isso, listo algumas dicas que podem ajudar você na forma de se interagir com outras pessoas através de canais digitais:

- Altere as configurações de privacidade em suas redes sociais para que apenas seus amigos possam ver sua informação;

- Tenha sempre em mente que, uma vez que a informação foi postada online, pode ser quase impossível removê-la;

- Não publique nada que possa se tornar embaraçoso mais tarde;

- Cuidado com as fotos postadas em seus perfis públicos. Os outros o julgarão com base no conteúdo;

- Não divulgue seu endereço pessoal, número de telefone, senhas, mesmo em mensagens privadas. Existe sempre a possibilidade de alguém encontrá-los;

- Não publique coisas para intimidar, ferir, chantagear, insultar ou gerar qualquer tipo de dano aos outros.

Na dúvida, não poste para não se arrepender depois!

*Wolmer Godoi é Diretor de Cibersegurança da CIPHER