Skip to content

TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

A Schneider Electric, especialista global em gestão de energia e automação, identificou 5 tipos de investimentos tecnológicos que irão destacar-se durante este ano e que serão críticos para as empresas atingirem seus objetivos estratégicos de negócio.

Para garantir ambientes seguros, eficientes e conectados, olhar esta área com atenção é fundamental para os responsáveis pela tecnologia das empresas. Também é importante para os canais de TI, pois geram diversas oportunidades para venda de soluções, produtos e serviços.

Nos últimos anos, Cloud foi o centro das atenções e discussões, mas conforme nós olhamos para um cenário futuro, conceitos como Internet das Coisas (IoT) e Edge Computing estão ganhando destaque. Ao mesmo tempo, vemos que temas que já há um bom tempo são alvo de preocupação, como segurança de rede e proteção de dados ainda são muito relevantes. Ainda mais com as ameaças cibernéticas tornando-se cada vez mais sofisticadas.

“Estamos sempre monitorando as tendências de TI para que possamos apoiar melhor nossos clientes e canais em seus desafios de negócio. A Schneider mundialmente investe 5% da receita de vendas em pesquisa e desenvolvimento para estar constantemente lançando soluções e produtos que forneçam uma base sólida para o futuro tecnológico de nossos clientes”, destaca Maria Cecilia Miquel, gerente de marketing estratégico de ITD da Schneider.

A Schneider destaca 5 investimentos em TI para olhar com atenção este ano. Confira:

Implemente ferramentas de segurança avançadas – A cada ano, aumentam o número e a variedade de ameaças. Em 2016 ransomware e phishing tornaram-se especialmente predominantes e a tendência é que continuem durante este ano. É importante analisar a adoção de ferramentas avançadas de proteção como inteligência de ameaças e análise de comportamento de malware com análise heurística para detectar rapidamente ameaças desconhecidas.
Ferramentas de proteção são essenciais, mas atenção: investir em em novas tecnologias exige investir também no treinamento de seus usuários, na segurança de endpoints e no gerenciamento de patches – programas para atualizar ou corrigir um software. Esses itens são fundamentais.

Invista na continuidade de negócio – Desastres naturais e a “praga” de ransonwares ressaltam a necessidade de planos de continuidade de negócio bem definidos. Além de soluções de backup e de recuperação de desastre (BDR) baseadas em nuvem, também é necessário trabalhar em um planejamento de continuidade dos negócios.

Utilize a tecnologia de fluxo de trabalho – À medida que as empresas avançam com os planos de digitalização, devem revisar e ajustar os processos de fluxo de trabalho para otimizar a eficiência e produtividade. Quanto mais a empresa automatizar processos repetitivos, mais eficiente será. Vale a pena conhecer melhor os sistemas de gerenciamento de fluxo de trabalho que automatizam processos e monitoram os indicadores de SLA (Acordo de Nível de Serviço) para determinar se os KPIs (Indicadores de Desempenho) foram atingidos.

Gerencie Energia e Refrigeração – Sem energia, não há rede. Interrupções de energia são seriamente prejudiciais, a menos que haja alimentação de reserva disponível. A maioria das redes e data centers são suportados por sistemas UPS – fonte de alimentação ininterrupta -, que mantêm as luzes acesas e protegem os ativos digitais da organização. Energia e refrigeração gerenciadas permitem o gerenciamento e solução de problemas da infraestrutura de energia remotamente.

Aposte no Edge Computing – É uma tecnologia que se tornará cada vez mais relevante, uma vez que as empresas procuram equilíbrio entre o processamento de dados em tempo real para insights rápidos e análise de padrões de dados para planejamento e prognósticos. Edge computing cria estações digitais entre os data centers remotos em nuvem e a rede local.
2017 promete ser mais um ano com diversos acontecimentos na jornada digital, porém investir nestas cinco áreas de tecnologia é criar um alicerce para o desenvolvimento da empresa por vários anos.

Por Gustavo Santarém*

O comportamento do consumidor é um grande direcionador dos negócios e, por isso, a utilização de um autosserviço e atendimento multicanal, que valorize sua experiência, são demandas crescentes e cada vez mais presentes nas companhias. Os serviços automatizados para service desk, além de reduzirem os custos, tornam a empresa mais produtiva e competitiva, além de colocá-las em um patamar diferenciado no mercado, visto que 50% das interações com os clientes será influenciada por soluções de real-time analytics em 2018, segundo o Gartner. Por meio de análises cognitivas em grande volume de dados, é possível reduzir os chamados que dependem da operação humana, a fim de garantir maior produtividade da equipe.

A possibilidade de atendimento por diversos canais, como chat, redes sociais, aplicativos de mensagens, portais e outros canais digitais, deixam o ambiente mais disponível, gerando menos perda de atendimento e maior satisfação do usuário, que além de acessar o serviço pelo canal mais conveniente, tem autonomia para resolver problemas a partir do autosserviço. Ainda segundo o Gartner, em 2015, 74% dos clientes utilizavam mais de três canais de atendimento, sendo que 68% deles desejavam resolver suas solicitações através de autosserviço. Apesar de o telefone ainda ser principal meio de contato com o service desk, é considerado o método mais caro, se comparado aos outros canais de atendimento. Isso porque, além do custo operacional, durante um chamado telefônico, o analista só consegue prestar assistência a um único cliente, enquanto por chat, por exemplo, é possível atender mais de uma pessoa simultaneamente.

Embora o atendimento automatizado de service desk seja eficaz a diversos segmentos da economia, é muito bem aproveitado, principalmente, nos setores que demandam maior interação com o público ou que apresentem muitos processos, como serviços, indústria e o setor financeiro. Nestes casos, a pressão por resultados é muito grande, há volume considerável que permite a automação e o ambiente precisa estar disponível para gerar resultados.

O sistema parado de um bankline ou e-commerce, por exemplo, pode gerar perdas inestimáveis para as companhias. A linha de produção de uma fábrica, ao parar por alguns instantes, gera prejuízos colossais. Quando um funcionário para as atividades, não está produtivo para a empresa. É preciso estar preparado para uma possível instabilidade no sistema e ter uma resposta rápida para resolver a questão. As paradas precisam ser previstas, a fim de diminuir o impacto nos resultados. E isso só é possível com a utilização de tecnologias voltadas à inovação, automação e conectividade entre os dispositivos.

Mas é importante ressaltar a necessidade de respeitar os limites, a maturidade e o momento de cada setor ou companhia. Os bancos, por exemplo, têm extremo cuidado com a segurança da informação. São particularidades que precisam ser levadas em consideração para o bom andamento do negócio e a preservação dos clientes. Além disso, a cultura e perfil dos usuários devem ser avaliados criteriosamente para que essas tecnologias sejam devidamente utilizadas.

Ao automatizar as tarefas do dia a dia, o empregador torna o ambiente mais acessível e oferece uma proposta mais competitiva ao mercado, liberando a mão de obra humana para atividades que realmente exijam o conhecimento de um profissional qualificado. Tudo isso converge para a redução de custo e satisfação do usuário.

A inteligência humana não será substituída e sim canalizada para setores em que possa ser explorada e melhor aproveitada para gerar ganhos reais às entidades.

*Gustavo Santarém é gerente da Algar Tech

Outro termo da moda… Transformação digital!!!

A CA Technologies, empresa norte-americana especialista em softwares para impulsionar a transformação digital de empresas, anunciou ontem os resultados de um estudo global que mensurou os ganhos das corporações com a adoção de tecnologia. A pesquisa foi conduzida pela Coleman Parkes a pedido da CA e ouviu 1.770 executivos de TI em 21 países, incluindo 76 profissionais brasileiros.

O estudo apontou que os investimentos em transformação digital aumentaram em 37% a receita de empresas globais e em 50% a das brasileiras. Isso é reflexo do incremento da eficiência operacional nessas companhias: os processos de trabalho fluem melhor, os funcionários trabalham estimulados e há economia em custos.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje, são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

Francisco Dal Fabbro, vice-presidente de Agile Management da CA na região, reforça que a transformação não é só digital, mas cultural. “A inovação tem de chegar a produtos, processos, serviços e operações, de forma ágil. A transformação digital determina quem vai vencer os concorrentes e quem vai ser ultrapassado. ” A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização.

Mas nenhuma estrutura de tecnologia é suficiente se não for segura – e a segurança hoje não é mais aquela das barreiras, mas sim a que dá acesso de maneira rápida às informações exatas, para as pessoas certas, tendo como base a identidade do usuário e dispositivos, que acabam sendo os únicos pontos de controle confiáveis. A pesquisa da CA mostra que empresas que adotam segurança centrada em identidades, de forma transparente, têm clientes mais satisfeitos e fiéis, além de colaboradores mais produtivos.

“A visão moderna da segurança corporativa é de uma camada transparente que abrange todo o processo de criação e operação de um sistema ou aplicativo de forma automática e sem gerar dificuldades. Ela é construída para se auto conectar e, assim, proteger o que deve ser protegido. Com a diversidade de ambientes, dispositivos e tipos de dados crescendo cada vez mais, assegurar a confidencialidade e o acesso às informações é vital”, diz Denyson Machado, diretor sênior de Segurança da CA na América Latina.

Segundo o estudo, 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach. Por outro lado, 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados.

VEJA OS DESTAQUES DO ESTUDO DA CA:

A Transformação digital:
Aumentou em 37% Global / 50% Brasil as receitas das empresas;
Aumentou a eficiência operacional em 38% Global / 52% Brasil;
Proporcionou 40% Global / 58% Brasil clientes mais satisfeitos; E 38% Global / 50% Brasil de clientes mais fiéis;
Tornou possível ter 38% Global/ 52% Brasil funcionários mais produtivos;
Reduziu em 37% Global / 48% Brasil os custos com TI;
39% Global / 52% Brasil mais qualidade no desenvolvimento de apps;

Agile
Usuários avançados de Agile agem 40% Global/ 28% Brasil mais rápido diante de oportunidades
A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização

Devops
Usuários avançados de Devops agem 42% Global/ 36% Brasil mais rápido diante de oportunidades;

Segurança
Empresas que usam segurança centrada em identidade têm:
Negócios que crescem 69% Global ;
Empregados 67% Global / 65% Brasil mais produtivos;
Clientes 69% Global / 78% Brasil mais satisfeitos;
82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach
75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados

Dados gerais
71% Global / 78% Brasil das empresas aumentou alcance digital;
69% Global / 83% Brasil das companhias melhorou experiência do cliente;
66% Global/ 78% Brasil das empresas aumentou retenção do cliente;
Para 82% Global / 88% Brasil segurança tem de ser centrada em identidade, mas só 25% Global / 23% Brasil são avançados nessa modalidade.