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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa


A Kaspersky Lab trabalha regularmente em parceria com a B2B International na realização de pesquisas on-line de grande escala em diversos países, a fim de avaliar o comportamento dos usuários na Internet, sejam suas preocupações, problemas enfrentados e como se defendem de possíveis ameaças – e o Índice de Segurança Cibernética Kaspersky baseia-se nesses milhares de dados coletados globalmente.

O referencial associa três indicadores principais, medidos a cada seis meses, que fornecem as informações necessárias para monitorar o grau de perigo que o usuário está sujeito. São eles:

Indicador Concerned (Preocupados): mostra a porcentagem de pessoas que acreditam que podem ser vítimas de um ataque virtual. Ele reflete o grau de compreensão dos usuários em relação ao perigo a que são expostos.
Indicador Affected (Afetados): identifica quantas pessoas realmente já foram vítimas de ataques virtuais durante o período relatado; por exemplo, que tiveram vazamento de dados ou sofreram extorsão on-line.
Indicador Protected (Protegidos): mostra o número de usuários que instalaram uma solução de segurança em seus dispositivos conectados. Esse é o número médio de todos os equipamentos usados, incluindo computadores e aparelhos móveis.

O Índice de Segurança Cibernética (descrito como 21–29–60) é formado a partir de uma pesquisa detalhada realizada em agosto de deste ano em 21 países do mundo todo. De acordo com os dados, apenas um em cada cinco usuários (21%) acredita sofrer alguma ameaça on-line. Ao mesmo tempo, quase um terço dos usuários (29%) já foi vítima de golpes de criminosos virtuais (por exemplo, 8% tiveram suas contas sequestradas e 22% tiveram seus dispositivos infectados por malware). Contudo, apenas 60% dos usuários instalaram soluções de segurança em todos os dispositivos que usam para acessar a Internet. O Índice demonstra que, atualmente, muitos usuários subestimam as ameaças cibernéticas, mesmo depois de enfrentá-las, o que pode continuar afetando sua segurança.

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT), anuncia sua parceiria com a Intel® para o desenvolvimento da arquitetura de múltiplas plataformas do Intel IoT para a Internet das Coisas Industrial. A solução, já disponível para comercialização, consiste em arquitetura e produtos de referência para implantações de ponta a ponta com a tecnologia inovadora Telit deviceWISE, que incluí uma extensa biblioteca de drivers e cloud readliness embutidos – dando às empresas um salto instantâneo para o IoT Industrial.

A colaboração entre Telit e Intel oferece benefícios imediatos para o monitoramento e controle remote de máquinas, produção de diagnósticos e manutenção preventiva para todos os mercacos e industrias ao redor do globo. Negócios que implementam as soluções da Plataforma Tecnológica Intel IoT podem rapidamente estabelecer e prever sua estratégia IoT, conectar legados e novos sistemas, ajudar na transmissão de dados de forma segura entre dispositivos de ponta e a nuvem, e economizar recursos para o futuro. Com suporte para múltiplos sistemas operacionais e níveis de desempenho do processador, as soluções baseadas no Intel Iot Gateway Tecnology vom deviceWise são escaláveis e capazes de atender às necessidades de uma larga escala de aplicações

“No início deste ano, a Telit anuncioua formação de sua unidade de negócios voltada ao IoT Industrial e nossa parceria com a Intel cria uma nova forma para empresas implementarem a Internet das Coisas,” comenta Fred Yentz, CEO da Telit IoT Platforms. “A Intel adotou a arquitetura da plataforma deviceWISE por sua superior inteligência de ponta, conectividade pronta para a nuvem e integração para sistemas empresariais”.

“O ecossistema é fundamental para a estretégia Iot da Intel,” diz Doug Davis, Vice Presidente Senior do Grupo Internet das Coisas da Intel. “Parceirias com empresas como a Telit permitem à Intel fornecer blocos de construção chave aos nossos clientes para para dimensionar e impulsionar o crescimento de suas soluções de Internet das coisas facilmente”.

A Intel e a Telit publicaram conjuntamente um resumo do produto entitulado “A Faster, Simpler Way to Turn Edge Data into a Business Asset,”(ou, em português, “Um Jeito Rápido e Simpls de Transformar Dados de Ponta em um Ativo de Negócios”), ilustrando como o deviceWISE pode transformar qualquer plataforma de desenvolvimento Intel IoT em uma base sólida para a Internet das Coisas Industrial, aproveitando estas vantagens poderosas

1. Alta Performance que permite analyses em praticamente tempo real, tomada de decisão local e controles de processos mais rigorosos

2. Avançada Segurança e Proteção de Dados contra Ataques Custosos

3. Escalabilidade para diversos níveis de requerimentos para performance de gateway

4. Capacidade de gerenciamento para serviços e upgrades remotos com segurança

5. Implementação rápida e mais flexível com uma plataforma que suporta sua escolha de sistemas operacionais e aplicações de ecosistema, permitindo a aceleração para chegada aos mercado.

A Intel é uma parceira de destaque do nosso programa deviceWISE Ready. O nosso processo de certificação abrangente assegura aos clientes que a Plataforma Intel Iot foi projetada e testada para a integração simples, rápida e confiável com a Plataforma deviceWISE Iot e está totalmente apoiada e aprovada pela Telit. Confira o guia passo-a-passo para empregar o aplicativo Telit deviceWise Platform no Intel IoT Architecture.

A Rodobens, empresa que atua nos segmentos de serviços financeiros e varejo automotivo, está concluindo a implantação de um projeto de exploração de dados de cliente denominado “Cliente Único” baseado em dados multidimensionais. O projeto transforma em dado único as diversas informações de canais múltiplos de relacionamento e de cadastro usados pelas sete unidades de negócio da empresa. Com o novo desenho das fontes, a Rodobens criou uma base analítica para unidades de negócio que, até então, não se comunicavam entre si.

A Rodobens é pioneira em algumas frentes de mercado, como o consórcio para caminhões, veículos e imóvel, e também o leasing operacional. A empresa é de São José do Rio Preto, SP, e tem faturamento anual de R$ 3 bilhões, com atuação nacional por meio de suas sete unidades – Banco, Consórcio, Corretora de Seguros, Leasing & Locação, Automóveis, Veículos Comerciais e Seminovos.

Por meio do Cliente Único, a Rodobens constrói um perfil multidimensional de cada um de seus clientes para lastrear ações de marketing personalizadas.

Este modelo explora aspectos como o nível de envolvimento do cliente com as várias linhas de produtos, seu potencial financeiro para ofertas específicas, seu histórico de compras e pagamentos e suas ocorrências de relacionamento através das concessionárias, lojas online ou canais eletrônicos.

De acordo com Marcos Adam, CIO da Rodobens, o Cliente Único representa a valorização dos ativos de dados e permite um modelo operacional padronizado, dentro da metodologia MDM (Master Data Management). O projeto e implantação contou com o apoio da MD2 Consultoria, especializada em soluções de MDM, e ajudou a Rodobens a eliminar uma dificuldade histórica do grupo, que era a de explorar informações de clientes de modo centralizado, a fim de viabilizar ações lastreadas em inteligência estatística.

“A tecnologia MDM buscou informações antes ilhadas em diferentes motores de ERP e em repositórios heterogêneos produzidos sem uma visão estratégica”, comenta o CIO. Segundo ele, a partir dessa unificação, a Rodobens se torna apta a todas as formas emergentes de marketing de data base, inclusive o CRM analítico e a exploração massiva de dados velozes (big data) em projetos já estudados para os próximos anos.

O projeto de MDM foi implantado utilizando a metodologia da MD2, incluindo aceleradores de projetos, em articulação com a plataforma de software de integração de dados IBM Information Server e utilizando o dispositivo IBM PureData For Analytics.

De acordo com Márcio Guerra, Diretor da MD2, a integração de dados realizada na Rodobens fornece ao mercado brasileiro um paradigma de valorização dos legados de tecnologia e de informação que serve para a maior parte das grandes empresas detentoras de várias frentes de negócios ou diferentes silos de dados. “Os dados de clientes nas bases legadas são um diferencial estratégico. E a Rodobens se preparou para converter estas informações em ferramentas competitivas através de um projeto estruturado e muito bem conduzido pela direção de TI e por profissionais que conseguem estabelecer a ponte entre a tecnologia e o negócio”, conclui o executivo.