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TI para Negócios

Como fazer a tecnologia trabalhar pelo seu sucesso e da sua empresa

A ALE, que atua sob a marca Alcatel-Lucent Enterprise, anuncia hoje o ótimo momento da sua plataforma de colaboração na nuvem Alcatel-Lucent Rainbow™, lançada recentemente. Nos últimos meses, mais de 900 Parceiros de Negócios no mundo passaram a ter acesso aos recursos de colaboração e de comunicação pela nuvem que são oferecidos pela plataforma da ALE. Como resultado, os Parceiros passam a ter oportunidade de aumentar sua receita ao oferecer melhores ferramentas de colaboração corporativa, que são parte da plataforma de comunicação como serviço (CpaaS, da sliga em inglês) da Alcatel-Lucent Enterprise.

A partir do momento em que mais empresas tentam encontrar maneiras de adotar a transformação digital, a plataforma Rainbow oferece aos seus usuários acesso seguro, escalável, digital e colaborativo, repleto de recursos como gerenciamento de contatos, presença, conversas via chat, ligação com áudio e vídeo, e compartilhamento de tela e de arquivos. Com o Programa de Integraçãopara o Rainbow, os Parceiros de Negócios podem assumir uma abordagem escalonada para aproveitar todos os recursos da plataforma sem ter que realizar qualquer investimento ou fechar contratos. Assim, podem criar a sua própria comunidade, realizar testes e demonstrações internas antes de começar a adicionar novos clientes.

Com o Programa de Onboarding para o Rainbow, os parceiros passam a ter acesso a suporte específico de marketing, recursos para monitorar o sucesso dos clientes, e incentivos específicos que apoiam a transformação para o escritório digital que muitas empresas já estão experimentando.

Os serviços da plataforma Rainbow podem ser entregues tanto como uma solução isolada quanto numa abordagem mais híbrida. Ao conectar diretamente a infraestrutura de telefonia existente – independentemente do fabricante – com os novos serviços na nuvem, as organizações protegem o seu investimento em hardware e garantem que os processos críticos para os negócios sigam sem problemas ou interrupções durante a transformação digital da empresa.

Além disso, as APIs abertas do Rainbow permite que desenvolvedores e parceiros aptos possam tirar maior proveito da plataforma ao oferecer poderosas ferramentas de colaboração diretamente nas aplicações ou processos corporativos. O resultado é que os Parceiros de Negócios da ALE passam a ser capazes de, cada vez mais, ajudar os seus clientes a resolver os seus problemas com soluções personalizadas que atendem as necessidades específicas de cada empresa.

De acordo com Moussa Zaghdoud, responsável pela unidade de negócios de nuvem da ALE, “há uma guinada contínua na comunicação corporativa rumo à colaboração sem fronteiras oferecendo altos níveis de mobilidade dos funcionários”. “A plataforma Rainbow oferece as ferramentas necessárias para as equipes colaborarem com toda a sua comunidade de negócios. Agora, os mais de 40 milhões de usuários ativos das soluções de comunicação da Alcatel-Lucent Enterprise passam a ter a capacidade de integrar o Rainbow facilmente com as suas aplicações e processos existentes – seja com foco na colaboração entre equipes seja para atendimento ao cliente na linha de frente ou para fluxo de trabalhos automatizados. Os nossos parceiros podem se beneficiar do Programa de Integração da AL&nbsp ; E, que vai ajudá-los a aproveitar a oportunidade no gigantesco e crescente mercado de colaboração corporativa.”
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¹ No relatório “Resumo da Previsão: Colaboração no Espaço de Trabalho, Abrangência Mundial, 2017” do Gartner, publicado em 12 de abril de 2017, a empresa de pesquisas Gartner prevê que os gastos dos usuários finais em colaboração de trabalho foram estimados em 171 milhões de dólares em 2016. Contudo, esse setor deve experimentar uma taxa anual de crescimento de 96% para atingir 4,931 bilhões de dólares até 2021, o que cria oportunidades interessantes para empresas iniciantes ou estabelecidas nesse setor.

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que as despesas mundiais com TI deverão totalizar US$ 3,7 trilhões em 2018, um aumento de 4,3% em relação ao valor estimado de US$ 3,5 trilhões para 2017.

O software corporativo e os serviços de TI continuam mostrando um forte crescimento, com os serviços de comunicação impulsionando a maior parte dos gastos. A previsão é que o gasto com software cresça 8,5% em 2017 e aumente mais 9,4% em 2018, totalizando US$ 387 bilhões (tabela 1). As despesas com serviços de TI estão em ritmo de elevar 4% em 2017, para atingir US$ 931 bilhões, e aumentar 5,3% em 2018, alcançando US$ 980 bilhões.

O segmento de dispositivos deverá mostrar crescimento pela primeira vez em dois anos com um aumento de 5,3% em 2017 e 5% em 2018. O aumento dos preços médios de venda de celulares premium em mercados maduros, em parte devido à introdução do iPhone 8 e 10, juntamente com uma demanda inerente por PCs de empresas que estão substituindo suas máquinas por PCs com Windows 10, está impulsionando o crescimento nesse segmento.

As tendências emergentes que estão direcionando a transformação digital serão discutidas durante o Gartner Symposium/ITxpo, o maior e mais importante evento mundial de tecnologia e que acontece entre os dias 23 e 26 de outubro. Embora todos os segmentos de gastos com TI devam crescer em 2017, o Gartner identificou dez mercados dentro dessas áreas que constituirão a parte mais dinâmica da previsão de gastos com TI em 2018.

“Olhando para a oportunidade de mercado – quão lucrativo ele é, quão grande e quão rápido está crescendo hoje e nos próximos cinco anos –, identificamos os principais setores dos quais as empresas deveriam fazer parte em 2018″, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. “Os gastos globais com TI estão mostrando um crescimento geral pequeno, assim como os mercados tradicionais. Esses dez principais setores serão a chave para permanecer relevante e alcançar o crescimento no futuro”, completa.

Esses dez mercados, incluindo três segmentos de Nuvem (Infraestrutura como Serviço, Plataforma Integrada como Serviço e Plataforma de Comunicação como Serviço), variam de tecnologias que aprimoram o local de trabalho digital, como a colaboração em grupos de trabalho, o Analytics da força de trabalho e o middleware orientado para mensagens de vídeo, até segurança (detecção de endpoint e resposta), Analytics (descoberta de dados inteligentes) e armazenamento (grades de dados na memória). Todos têm como objetivo permitir e melhorar os esforços de transformação digital de uma organização.

“O cenário de compra de TI está mudando: a transformação dos negócios digitais é um esforço para criar redes conectadas, plataformas e novos fluxos de receita da indústria”, afirma Lovelock. “As organizações que não estão criando novos modelos de negócios digitais ou novas formas de engajar clientes ou outros integrantes estão ficando para trás. Os fornecedores que não se moverem mais rapidamente do que seus clientes serão ultrapassados”, acrescenta.

A previsão trimestral de despesas com TI do Gartner, que será divulgada durante o Gartner Symposium/ITxpo, oferece uma perspectiva única sobre os gastos com TI nos segmentos de hardware, software, serviços de TI e telecomunicações. O evento traz conteúdo independente e objetivo com a autoridade do líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia e fornece acesso às mais recentes soluções dos principais fornecedores de tecnologia. O Symposium/ITxpo é um componente essencial para os participantes que desejam obter recomendações sobre como suas empresas podem utilizar a tecnologia para atender aos desafios dos negócios e aprimorar sua eficiência operacional.

Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones 0800-7741440 e (011) 5632-3109 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

por Rodrigo Strey*

Na década de 90, a Inteligência Artificial era considerada ficção científica, e indicava que robôs seriam inteligentes e capazes de interagir com humanos. Hoje, com a informação cada vez mais acessível, entendemos que se trata de uma série de mecanismos e sistemas que podem ser integrados a diversas realidades e negócios.
A inteligência artificial começou em 1957 com os desenvolvedores Allen Newell e Herbert Simon e a tentativa de programar o comportamento humano para resolver problemas universais (GPS – General Problem Solver).
Em maio de 2017 foi anunciada a criação da Associação Brasileira de Inteligência Artificial (ABRIA), que tem como objetivo mapear iniciativas brasileiras no setor de inteligência artificial (AI), incluindo a formação de mão de obra especializada e os esforços entre as empresas nacionais. Esse movimento reflete que, atualmente, a AI está impactando diretamente na economia.
Com a evolução da tecnologia e principalmente pela acessibilidade entre todos os dispositivos que convivemos, os produtos, os valores, as informações e a quantidade de pessoas interagindo criaram uma quantidade enorme de informações que se distancia muito da capacidade de absorção humana. Para refletir, basta se perguntar se hoje você consegue acompanhar todas as redes sociais e notícias que gostaria de estar atualizado.
Um dos grandes responsáveis pela evolução da AI no mundo é o brasileiro Eduardo Saverin, um dos fundadores do Facebook. Ele gerou um algoritmo, o Elo Rating System que cria um ranking de jogadores de xadrez. Desta forma, a rede social pôde vincular usuários criando um ranking de ações, que, por sua vez, influenciou inicialmente na inteligência da rede social e impactou em como nos comunicamos hoje.
Este conceito está cada vez mais acessível e, com a diminuição do custo computacional, várias empresas podem se beneficiar com a melhoria de seus processos, ampliando suas logísticas e gerando diferencial competitivo.
Atualmente há um grande esforço de tecnologias de nuvem, como Azure, Google e AWS, para oferecer soluções em AI. Dentre elas, destacam-se as de aprofundamento de aprendizado, robótica, assistentes pessoais digitais, processos de fila, processamento de línguas e capacidade de aprendizado por sensores, ou seja, a IOT (Internet das Coisas).
Com a capacidade de reconhecimento de imagens e vídeos, podemos usar mais recursos de um dispositivo do usuário e de como ele navega pelo site captando os sentimentos, os comportamentos e a forma de comunicação. Isso permite que possam ser criadas realidades de aprendizado e de comportamento de navegação que se adaptam às necessidades. Estes algoritmos podem ser adicionados à lógica de sites e usados como ferramentas de mudança em layouts.
Mesmo com o avanço da AI, os humanos são indispensáveis. A inteligência é artificial, portanto deve ser estudada para ser assertiva. Quando bem composta resulta em inovação e maior absorção pelos usuários. Mas cuidado, leva tempo e especialização para compor uma Inteligência eficiente. Não é ‘auto-mágico’! Fazê-lo pensar pode custar, por isso é importante alinhar sempre ao retorno do investimento da necessidade, pois as máquinas podem evoluir além da necessidade.
O mundo está se adaptando. As extensões da inteligência humana, como computadores, internet etc, já são realidade de quem nasce agora. Várias regras e estruturas de controle estão sendo estabelecidos para que não haja caos na sociedade. Como estamos em um fluxo crescente de produção e de maximização de resultados, a eficácia se tornou ponto chave para que não entremos em um colapso mundial de logística.
Desta forma alguns empregos serão melhorados e talvez extintos, mas outros surgirão, pois precisamos de controle e teremos de nos adaptar. Assim, podemos dizer que será breve a mudança, prova disto é que tecnologia estava sempre vinculada a grandes cidades. Hoje este limite está rompido e cada vez mais todas as formas de trabalho terão uma evolução, do campo ao consumidor.

*Rodrigo Strey é diretor de serviços da AMcom